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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Movimento quer criar o Partido Militar Brasileiro

(Reprodução)








PMB


Fontes: ABM/Wikipédia



Apoiados pela ABM - Associação da Bancada Militar, uma sociedade civil, sem fins lucrativos, de caráter político corporativista apartidário, social, cultural, educacional e de prazo indeterminado de duração, uma mobilização pretende incluir na política, membros das Forças Militares Nacionais constituídas, Marinha Mercante, Aviação Civil e Funcionalismo Público Municipal, Estadual e Federal.

Para isso, já existe um cadastro de pré-filiação e colaboradores para a fundação do PMB (Partido Militar Brasileiro, idealizado pelo capitão da Polícia Militar de Ourinhos (SP), Augusto Rosa, que aguarda autorização do TSE - Tribunal Superior Eleitoral.

Segundo o capitão Augusto, a legenda pretende se consolidar pela via democrática e pelo sufrágio universal.

Como a legislação veta a miltância partidária, por parte de militares das Forças Armadas que estão na ativa, um artifício usado para esconder a identidade, é mobilizar e increver as mulheres na lista de apoio.

O futuro PMB, já conta com mais de 4300 cadastros em todo o Brasil, mas o curioso é que a sigla PMB está sendo utilizada pelo Partido da Mulher Brasileira, que já tem site oficial, comissões em todo o território nacional e aguarda a legalização, e também já foi o Partido Municipalista Brasileiro, uma sigla fundada em 1985 pelo pastor evangélico Armando Corrêa da Silva, sob registro provisório, utilizando o número 26, participando das eleições municipais de 1985 e de 1988. Em 1988, elegeu 49 prefeitos e vários vereadores.

Em 1989, Armando Corrêa era candidato a presidência da república, sem chances técnicas de ganhar. Em novembro daquele ano, com o processo eleitoral já em andamento, o apresentador e empresário Silvio Santos procurava uma legenda para se lançar candidato a presidente. Filiado ao PFL, esta era sua primeira opção, mas enfrentou a resistência de Aureliano Chaves, que ocupava a vaga.
Políticos nordestinos do PFL, como Hugo Napoleão e Edison Lobão, procuraram a legenda de Armando para que renunciasse à sua candidatura, oferecendo sua vaga a Silvio. O acordo foi feito, mas por irregularidades no registro do PMB, antes mesmo das eleições acontecerem, o registro do partido e a candidatura de Sílvio foram cancelados.

Leia mais em: PMB - Partido Militar Brasileiro

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