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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Fernando Henrique Cardoso e Lionel Shriver participam da Flip 2010

(Divulgação)


















Autor do prefácio da edição mais recente de Casa Grande e Senzala e de diversos textos sobre a obra do homenageado Gilberto Freyre, o sociólogo e ex-presidente do Brasil analisa na conferência de abertura da Flip a complexidade e as contradições do pensamento de um dos maiores intérpretes da cultura brasileira. FHC viveu exilado no Chile e na França depois do golpe de 1964. Voltou ao Brasil em 1968 e assumiu, por concurso público, a cátedra de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP). No ano seguinte, foi aposentado compulsoriamente e teve seus direitos políticos cassados pelo Ato Institucional nº 5. Fundou então, com outros professores e pesquisadores cassados, o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), que se tornaria um importante núcleo de pesquisa e reflexão sobre a realidade brasileira. Foi presidente do Brasil entre 1995 e 2002 e hoje coordena o Instituto Fernando Henrique Cardoso.

Entre os seus livros publicados no Brasil estão: A arte da política: a história que vivi (2006); O presidente segundo o sociólogo, entrevista a Roberto Pompeu (1998); O mundo em português, um diálogo com Mário Soares (1998); A construção da democracia (1993); Dependência e desenvolvimento na América Latina...

Leia mais em: Festa Literária Internacional de Paraty

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